quarta-feira, 29 de setembro de 2010

SPRINGTIME – DE 22 DE SETEMBRO A 21 DE DEZEMBRO


A primavera é conhecida como "a estação das flores".

Primavera é a estação do ano que sucede o inverno e antecede o verão. No hemisfério norte, a estação é denominada “Primavera Boreal”, que se inicia em 20 de Março e termina em 21 de Junho. No hemisfério sul, a mesma é chamada de “Primavera Austral”, iniciando em 23 de Setembro e terminando em 21 de Dezembro. Se olharmos sob o ponto de vista astronômico, a primavera se inicia nos equinócios de Setembro (Sul) e Março (Norte) e termina nos solstícios de Dezembro (Sul) e Junho (Norte).

A característica mais marcante da estação é o reflorescimento da flora e da fauna. Muitos animais aproveitam a temperatura ideal da estação para se reproduzir. No Brasil, a chegada da primavera ocasiona uma mudança no regime de chuvas e temperaturas. Na maioria das regiões começam a aparecer as primeiras pancadas de chuva pelo final da tarde, resultado do aumento de calor e umidade característico da primavera. No entanto, na região Sul ocorrem poucas alterações em relação à quantidade de chuvas; no Nordeste permanece a seca.

Em virtude da forte radiação solar, as temperaturas aumentam consideravelmente na região Centro-Sul, entretanto, incursões de massas de ar frio também podem ocorrer.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

22 de Setembro - Dia da Defesa da Fauna


O Brasil possui uma das maiores biodiversidades em fauna e flora do planeta. A fauna apresenta números relevantes em relação à biodiversidade no mundo. Entre os vertebrados, o Brasil abriga cerca de 517 espécies de anfíbios (das quais 294 são endêmicas), 468 de répteis (172 endêmicos), 524 de mamíferos (com 131 endêmicas), 1.622 de aves (191 endêmicas), cerca de 3 mil peixes de água doce e uma fantástica diversidade de artrópodes: só de insetos, são cerca de 15 milhões de espécies. (Ministério do Meio Ambiente, Relatório nacional sobre a biodiversidade, 1998).


O homem é a maior ameaça da floresta. Caça e pesca predatórias, construção de hidrelétricas, instalação de indústrias, garimpo e projetos agropecuários são algumas das atividades que fazem parte de uma longa lista de fatores que provocam prejuízos incalculáveis e irreparáveis para a manutenção da biodiversidade.


O tráfico de animais silvestres é um das maiores atividades predatórias. Das florestas brasileiras são retirados em média 12 milhões de animais a cada ano. Dentro desta estatística, para cada animal vendido nove morrem. O tráfico de animais só perde para o tráfico de drogas e de armas na escala dos mais rentáveis. Este tráfico tem sobrevivido da miséria humana, explorando pessoas simples que fazem da venda de animais um meio trágico de se obter dinheiro, causando assim enormes e irreparáveis danos na natureza.


Para uma maior conservação da fauna, flora, ecossistemas e demais recursos naturais, foram criadas as Unidades de Conservação (UC). Elas abrangem várias áreas de todo o território brasileiro. A primeira UC brasileira foi o Parque Nacional de Itatiaia, no Rio de Janeiro, criado em 1937. As UCs existem para manter a diversidade biológica e os recursos genéticos no país. Protegem as espécies ameaçadas de extinção, preservam e restauram a diversidade de ecossistemas naturais e promovem a sustentabilidade do uso dos recursos naturais. Também estimulam o desenvolvimento regional, protegem as paisagens naturais, incentivam atividades de pesquisa científica e favorecem condições para a Educação. Além disso, possibilitam a recreação em contato com a natureza, o que ultimamente passou a ser conhecido por turismo ecológico.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

CIDADES JÁ CONSOMEM 70% DOS RECURSOS NATURAIS DO PLANETA



Relatório inédito do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente apresentado em Curitiba, nesta quinta-feira, revela que serviços ambientais podem economizar tempo e dinheiro para as economia dos estados e municípios.


Dados da Organização das Nações Unidas constatam que mais da metade da população mundial está nas cidades e já é responsável pelo consumo de 70% de todos os recursos que o homem retira da natureza. Até 2050, com a estimativa de que a população do planeta supere 9,2 bilhões, a Terra terá 6 bilhões de habitantes, quase 90% da população atual, vivendo no espaço urbano. Diante desses números, governos estaduais, prefeituras e comunidades precisam reconhecer o valor do capital natural (água, solo, biodiversidade). Os formuladores de políticas públicas têm razões de sobra para tentar encontrar, o mais rápido possível, soluções de combate à degradação dos ecossistemas e minimização da perda da biodiversidade.


O alerta está no relatório "A Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade para Políticas Locais e Regionais (TEEB, sigla em inglês)", lançado no Brasil, em workshop realizado nesta quinta-feira (09/09) em Curitiba (PR) e simultaneamente na Bélgica, Índia, Japão e na África do Sul. Nele, 140 especialistas das áreas de ciência, economia e política de mais de 40 países concluíram que os serviços ambientais podem impulsionar as economias locais, gerar milhões de novos empregos e melhorar a qualidade de vida nas cidades.


Segundo o diretor do Departamento de Biodiversidade do MMA, Bráulio Dias, que representou a ministra Izabella Teixeira no encontro, o relatório "é importante para que os gestores públicos reconheçam o valor econômico da biodiversidade". Par ele, o documento pode ajudar na solução do impasse entre preservação ambiental e desenvolvimento econômico. "Mostra (o TEEB) que os serviços ambientais têm o papel de reduzir os impactos ecológicos do desenvolvimento."


O documento reconhece e recorre a dados e exemplos para demonstrar que ecologia e economia não só podem, como devem, caminhar juntas nas políticas públicas. O relatório levanta, principalmente, a questão de valoração e impacto do uso e preservação dos recursos naturais. Os atuais níveis da pegada ecológica e social do homem, nome que os especialistas dão aos recursos naturais necessários para que cada ser humano viva, devem ser incluídos nas contas de planejamento das economias locais. Bráulio cita como exemplos recentes enchentes e desmoronamentos no Brasil com prejuízos econômicos elevados, e bem superiores ao que seria gasto com medidas de preservação do meio ambiente.


O relatório chama a atenção em três aspectos para as quais as políticas públicas precisam estar voltadas: a distribuição dos benefícios da natureza, o uso do conhecimento científico disponível e o engajamento dos gestores e das comunidades envolvidas nas ações de preservação. O relatório estuda, ainda, áreas protegidas e o aumento dos benefícios locais da conservação, e dá orientações sobre os incentivos de recompensa da boa administração de capital natural local, tais como sistemas de pagamento localmente adaptados por serviços ambientais, certificação e rotulagem.


Esse é o primeiro de uma série de cinco relatórios, que serão levados à Convenção da Biodiversidade (COP-10) em Nagoya, no Japão. Ele contribui também para o Atlas Ambiental online da Agência Europeia de Meio Ambiente, com estudos de vários esforços que já vêm sendo feitos para associar ecossistemas e a biodiversidade nas iniciativas de políticas locais. Segundo Achim Steiner, diretor executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, um dos organismos que realizam o workshop, alguns governos locais já acordaram para o problema da preservação ambiental e têm adotado as medidas necessárias, com ganhos para suas economias locais. "Mas muitos ainda precisam aderir", acredita.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

YÁZIGI ARACAJU LANÇA CONCURSO DE FOTOGRAFIA E TEXTO


O Yázigi Aracaju lança Concurso de Fotografia & Texto para alunos e não alunos. Para participar basta fotografar um bioma brasileiro, escrever um texto a respeito da foto (exemplos: análise crítica, poesia ou preocupação com o meio ambiente) e efetuar sua inscrição em uma das unidades do Yázigi.
O Concurso se divide em:
Categoria 1: De 11 a 17 anos
Categoria 2: A partir de 18 anos.
O vencedor de cada categoria leva pra casa uma câmera digital, além de participar da etapa nacional concorrendo com os trabalhos selecionados em todo o Brasil.
O prêmio da etapa nacional é 1 Notebook + Poupança de 1.500 reais.
Não fique ai parado! Contemple a natureza e fotografe!!
Mais informações: www.yazigi-aju.com.br

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

O QUE VOCÊ PODE FAZER PARA EVITAR O AQUECIMENTO GLOBAL?



Troque as lâmpadas

Substitua uma lâmpada convencional por uma fluorescente, além de gastar 60% a menos de energia que uma lâmpada incandescente ainda reduz a emissão de dióxido de carbono (CO2) em até 70 kg por ano.

Use menos o carro.
Caminhe, vá de bicicleta, use transporte coletivo ou, pelo menos, tente revezar o uso do carro com
amigos com mais freqüência. Cada quilômetro a menos rodado de carro representa 300 gramas a menos de dióxido de carbono (CO2) emitido.

Verifique os pneus.
Manter os pneus calibrados pode reduzir o consumo de combustível em mais de 3%. E cada litro de gasolina economizado representa quase 3 kg a menos de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera.

Recicle mais.
Você pode evitar a emissão de uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) por ano, somente reciclando o lixo de sua casa.

Retire os eletrodomésticos da tomada quando não estiverem sendo usados.
Mesmo desligados, equipamentos como secadores, carregadores de
celular e televisão são responsáveis por quase 5% do consumo total de energia da sua casa no mês. Isso porque eles consomem energia para manter visores acesos ou memórias ligadas. Com isso, conseguimos reduzir 18 milhões de toneladas de envio de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera no ano.

Consuma menos água quente.
Gasta-se muita energia para aquecer a água. Use menos água quente instalando um chuveiro de fluxo reduzido e dê preferência por lavar suas roupas com água morna ou fria. Você economiza energia e pode evitar a emissão de 160 kg (chuveiro) e 225 kg (lavar roupa) de dióxido de carbono (CO2).

Evite produtos com excesso de embalagens.
Você pode evitar a emissão de 550 kg de dióxido de carbono (CO2) no ar se reduzir seu lixo em apenas 10%.

Plante uma árvore.
Uma única árvore é capaz de absorver uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) ao longo de sua existência.

Compre alimentos orgânicos sempre que possível.
O solo orgânico captura e armazena um nível muito maior de dióxido de carbono (CO2) do que os solos de fazendas convencionais. Se plantássemos todo o milho e soja do mundo de forma orgânica, retiraríamos da atmosfera aproximadamente 263 bilhões de kg de dióxido de carbono (CO2).

Torne-se parte da solução.
Saiba mais sobre o assunto, assista ao filme Uma Verdade Inconveniente e fique sabendo mais sobre o problema do aquecimento global e envie essas dicas para seus amigos.


fonte: http://www.tutorzone.com.br/

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

DESMATAMENTO NA AMAZÔNIA CAI, MAS DADOS NÃO SÃO CONCLUSIVOS.


O Governo Federal anunciou nesta segunda-feira, 9 de agosto, uma queda de 49% na estimativa de desmatamento acumulado na Amazônia entre agosto de 2008 e julho de 2009, no comparativo com o período anterior. Os números são positivos, mas revelam uma situação preocupante: o crescimento nos desmates realizados em pequenas propriedades.

O índice foi apurado pelo sistema Deter, do Instituto Brasileiro de Pesquisas Espaciais (Inpe), que tem como função principal alertar as autoridades com rapidez para focos de desmatamento na região. Trata-se de um indicador menos preciso que o do Prodes, também do Inpe, que deve ser divulgado nos próximos meses.

Para Cláudio Maretti, superintendente de Conservação do WWF-Brasil, a estimativa apresentada é positiva e se deve, principalmente, à efetividade das políticas de fiscalização em áreas de maior extensão. "Porém, há um preocupante aumento do desmatamento em áreas menores, que ainda não foi mensurado. Os números apresentados pelo governo não são conclusivos, apenas indicam uma tendência de queda", afirma.

Cláudio Maretti destaca ainda que é preciso questionar se, de fato, estão colocadas as condições estruturais para uma redução continuada do desmatamento. "De um lado, temos importantes políticas de controle e fiscalização, de criação e implementação de áreas protegidas e de promoção do uso sustentável. Por outro, há licenciamentos para obras de infraestrutura feitos de forma apressada e a possibilidade de modificação no Código Florestal, o que acaba funcionando como um estímulo ao desmatamento e à ocupação desordenada na Amazônia", concluiu.

Um ponto que chama atenção é o fato de o levantamento feito pelo Instituto do Homem e do Meio Ambiente na Amazônia (Imazon) ter apontado, ao contrário dos números do governo, um leve aumento nos desmatamentos na Amazônia.

O Brasil assumiu, na conferência do Clima em Copenhague, em 2009, importantes metas de redução de desmatamento. Porém, são compromissos voluntários, cujo cumprimento não é obrigatório. "Não pode haver conivência com o desmatamento, sob a forma de anistias e de projetos que flexibilizem o Código Florestal. Isso torna quase nula a possibilidade de alcançarmos o desmatamento zero. O Brasil deve cumprir as metas assumidas nas convenções de Clima e de Biodiversidade e defender seu maior patrimônio: a natureza, para promover um desenvolvimento que seja sustentável e uma economia verde", avaliou Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.

Fonte: site da WWF Brasil.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A ECONOMIA DA ÁGUA



A água é um dos recursos naturais mais valiosos com que conta a humanidade. Embora a maior parte de nosso planeta esteja composto por água, 97% do total é salgada, e grande parte do restante está congelada nos pólos. Por isso, não deve ser desperdiçada. As práticas de economia da água que utilizamos diariamente contribuem para a utilização de forma mais racional de um recurso escasso, tanto que muitos habitantes da Terra não podem desfrutá-lo em suas casas.


Ao mesmo tempo, permite colaborar com a qualidade dos serviços de saneamento ao aliviar sua carga de trabalho e diminuir os gastos dentro de casa. Por onde começamos?


O primeiro passo é identificar onde usamos água em casa. Depois, precisamos decidir sobre o que fazer para reduzir a quantidade que usamos, seja eliminando práticas e hábitos de desperdício, ou melhorando a eficiência do uso da água, com instalações e acessórios mais eficientes. Uma área que é importante vigiar é o banheiro, onde se usa cerca de 65% da água consumida em toda a residência. Também é crucial analisar os hábitos de consumo.


A maior parte da água consumida em nossas atividades diárias é simplesmente desperdiçada. Deixa-se a torneira aberta enquanto escovamos os dentes. As máquinas de lavar funcionam sem estarem com a carga completa.


No entanto, podemos tomar várias medidas:


- não use o vaso sanitário como cesta de lixo nem dê descarga sem necessidade;


- uma ducha rápida consome menos água quente do que uma banheira cheia, e ainda poupa energia;


- mais de 50% da água utilizada nos jardins se perde devido à evaporação e por se regar em excesso; para reduzir as perdas com a evaporação, regue bem cedo.


- ao lavar o carro, utilize um balde com água e uma esponja; isso pode economizar cerca de 300 litros de água;


- veja onde há vazamentos, que podem custar muito caro; o gotejamento de apenas uma gota por segundo desperdiça cerca de dez mil litros de água por ano; a maior parte dos vazamentos é fácil de ser encontrada e de se consertar; em geral, as torneiras ficam pingando por causa de uma peça que custa centavos para ser substituída;


- um vaso sanitário que continue fluindo água depois de dada a descarga, se o problema for suficientemente grande, pode desperdiçar até 200 mil litros de água em um ano; estima-se que uma grande porcentagem de todos os vasos sanitários em uso nas residências modernas vazam.